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De: Cloriano M. Carvalho
Cada um dos autores escreveu o seu final para esta aventura. Um júri independente – Cloriano M. Carvalho – escolheu o vencedor e apresentou a seguinte declaração:
Grande decisão por unanimidade de um “pequeno júri”, incorruptível e sem direito a contraditório.
Procurar encontrar a melhor final para a novela “Os Mistérios do Castelo de Chamborg” foi o honroso papel que me foi distribuído pelo seu mentor.
Para o efeito, foram-me apresentados 7 trabalhos que tinham em comum serem, todos, autênticos VENCEDORES, pela excelência dos seus conteúdos, pela forma e pelo elevado grau de imaginação.
E nem “imaginam” os leitores a dificuldade na escolha, pois os sonhos e os cenários criados pelos 7 magníficos escritores, aliados às figuras e aos fantasmas que os acompanharam, foram integralmente cumpridos e alcançados. Cada um teve oportunidade de “brilhar”, mantendo o exigente guião, acrescentando um ponto, positivo ou negativo, na qualificação da estrutura humana. Cada um procurou o seu espaço de liberdade intelectual e deu asas à sua fértil imaginação.
Toda a “pulhice humana” foi retratada e expressa no desenrolar dos acontecimentos.
Faltavam, porém, dois atributos ou qualificações tão actuais nos tempos que correm e que foram determinantes para COMPLEMENTAR o objectivo em análise:
JUSTIÇA (ou falta dela) e CORRUPÇÃO
Procurei-os nos pormenores dos 7 trabalhos apresentados e, então, só assim foi possível destacar um deles – e apenas um – que continha precisamente e em simultâneo as duas importantes qualificações:
(In)justiça – Não apresenta “culpados”, o que significa sonegação de provas ou ligeireza na apreciação das existentes;
Corrupção – Resultante da premissa anterior, possibilita que “alguém” vá de férias para Punta Cana, deliciando-se com um fresquíssimo sumo de coco e com vistas privilegiadas que a natureza nos dá.
Razão por que, em consciência e devidamente fundamentada, a decisão soberana do júri aponta para que o final da entusiasmante novela seja o que nos é proposto pelo autor
ZEBRA [1]
Por último, embora haja grande mérito em todos os trabalhos apresentados, o JURI salienta e atribui, por critérios meramente pessoais, a classificação de “MENÇÃO HONROSA” aos finais sugeridas por
Decidiu. Está decidido.
Cloriano M. Carvalho
👌 FELIZ Domingo!
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