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🔎 Drama Escrito a oito mãos 🔍
Intróito
“VIVA O CRIME DE BOLSO!”
Regozijavam-se, desta maneira, numa espécie de “grito do Ipiranga”, os “fora-da-lei” da Tertúlia Policiária da Liberdade (TPL) – tentando o reconhecimento dos seus direitos de escribas! – quando em Abril de 2011 lançavam a sua segunda obra a qual designaram como “TRIÂNGULO EQUILÁTERO – Uma história de faca e alguidar”!
Em 2026, agora, renascidos para o bem e para o “mal”… mais para este… do que para aquele, na tentativa de atormentarem as leituras dos fãs Policiaristas decidiram produzir uma 2.ª Edição deste “Triângulo”, com uma magnífica tiragem de 3 ou 4 exemplares! 😂 .
Estes seus "Crimes"... ficaram famosos... no “Mundo Policiário”! Se o leitor é uma pessoa sensível… tenha cuidado… ao ler os próximos oito episódios de mais este “acto tenebroso” dos “fora-da-lei” da “TPL”!
A história que se segue que durante algumas semanas será divulgada (recordando) pelo Blogue “Repórter de Ocasião” e Site “Clube de Detectives” foi escrita a oito mãos, pelos confrades Onairda, Zé, A. Raposo (de parceria com Lena) – A. Raposo & Lena – e Detective Jeremias.
No episódio final, depois dos quatro iniciais, cada “escrevedor” acabou a história à sua maneira. Depois, uma dupla de jurados, comparsas da “TPL”, Búfalos Associados e Nove, decidiram comummente contemplar a confreira Detective Jeremias pelo melhor final e o confrade Zé com menção honrosa.
Agora, mais a sério… “A imagem de capa do Triângulo Equilátero é uma adaptação de Morte Legal de Hugh Holman, livro de 1953 da Colecção O Escaravelho de Ouro, um sucesso editorial dos anos 50. O ilustrador foi Roberto Araújo Pereira, pintor, ilustrador e autor de 17 das capas da referida colecção.”
O Gráfico (RO)
Luís Rodrigues
CARO LEITOR AMIGO
A história que se segue é um drama de faca e alguidar (piscina).
Foi escrita a oito mãos, as dos confrades Onairda, Zé, A. Raposo e pela confreira Detective Jeremias, da Tertúlia Policiaria da Liberdade.
No episódio final cada escriba acabou a história à sua maneira.
Um Júri, (Búfalos+Nove) decidiu e contemplou a confreira Jeremias pelo melhor final e o confrade Zé com menção honrosa.
Apesar de não termos conseguido um Mecenas, devido à crise, a história passou no blog “Bancada Directa” e entusiasmou milhões de leitores no hemisfério norte e menos um bocadinho, mas mesmo assim bastante no hemisfério sul.
Recebemos e estamos a estudar propostas para fazermos um filme a preto e branco.
Por fim, desejamos dedicar a nossa obra ao nosso amigo Dic Roland que onde quer que esteja irá receber um exemplar, pois ele seria também um companheiro escritor.
A. Raposo
FICHA TÉCNICA
Título: TRIÂNGULO EQUILÁTERO – Uma história de faca e alguidar
Autores: A. Raposo, Detective Jeremias, Onaírda, Zé
Colaboradores: Búfalos Associados, Nove.
Copyright © 2011 TPL
Capa: Adaptação sobre ilustração de Roberto Araújo Pereira
Contracapa: Composição sobre desenho de Stuart Carvalhais
Depósito ilegal nº 1 /000/11
1ª Edição, Lisboa, Abril, 2011
Reservados todos os direitos
Para Portugal e Europa à
TERTÚLIA POLICIÁRIA DA LIBERDADE
TRIÂNGULO EQUILÁTERO
Uma história de faca e alguidar
O policial de bolso e os grandes ilustradores tiveram no nosso país uma relação de inegável sucesso.
As edições da TPL pretendem dar continuidade a essa ligação.
A imagem de capa do Triângulo Equilátero é uma adaptação de Morte Legal de Hugh Holman, livro de 1953 da Colecção O Escaravelho de Ouro, um sucesso editorial dos anos 50. O ilustrador foi Roberto Araújo Pereira, pintor, ilustrador e autor de 17 das capas da referida colecção.
VIVA O CRIME DE BOLSO!
CAPÍTULO UM
Um Final de Boca Persistente e Prolongado…
Tempicos - vocês conhecem-no - é o que é: o resultado acabado de uma sociedade que vive o “salve-se quem puder” e cujos valores éticos são o dinheiro como forma de se atingir a felicidade. Resumindo: uma selva!
Mas é bom rapaz, trabalhador… e sobretudo temente a Zeus. Como diria Ortega y Gasset: Nós somos nós e a circunstância.
Tempicos teve um romance com Nelinha (a sortuda!) uma loira verdadeira que acabou mal. Ela foi vítima da sua própria beleza. Reuniu imensos namorados e amantes. O que por um lado é bom, o usufruto e por outro é mau, as ciumeiras. Tanto stress acabou com ela, para além dos maus tratos e outras equimoses. Acabou morta. Diziam: morreu Marta morreu farta! Nunca se soube quem a matou. E agora já não interessa porque a Justiça é lenta e os prazos prescreveram.
Tempicos continua a respeitá-la em morta como a respeitou em vida: - pouco, mas mesmo assim cumprindo os mínimos. Continua a visitar a sua campa no Cemitério de Benfica, onde de vez em quando - por acidente - acaba encontrando e evidentemente consolando uma ou outra viúva que reza o terço à beira dos seu ente querido. Só quem sofreu grandes desgostos aprecia um ombro amigo e uma mão na cintura. São coisas que Tempicos faz, com amor. E aliás contribuem com bastantes créditos para uma futura entrada no Céu, se acaso existe.
Numa manhã chuvosa e pardacenta, daquelas que prevêem borrasca e chuva grossa, Tempicos resolveu dirigir-se à feira da Ladra visitar os vendedores de moedas para coleccionadores e por isso apanhou o eléctrico para a Graça.
Ao seu lado por um acaso verdadeiramente ocasional, sentou-se uma senhora, que parecia a Nelinha, jurava que era a sua cara chapada!
Os mesmos olhos. Os cabelos loiros e esvoaçantes. Um rosto angelical. Um sorriso nos lábios vermelhos e carnudos. Tempicos tinha comprado uma garrafa de tinto de marca cujo rótulo dizia: um final de boca persistente e prolongado. Estaria Tempicos a exagerar? Seria aquela senhora a tal irmã de Nelinha que ele nunca vira mas ouvira falar dela? Seria aquela a célebre Mary Lou?
* * *
Quem nos poderá ajudar a decifrar este mistério?
👌 FELIZ Domingo!
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| CAPA DA 1.ª EDIÇÃO |
📔BOAS Leituras!











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