📑TRATA-SE de uma publicação em folha A/4, fotocopiada, dos Anos 80, produzida pelo Confrade "FERMAN" (Fernando Vieira) do então NÚCLEO POLICIÁRIO DO BARLAVENTO (NPB) - uma espécie de Boletim que acompanhou a distinta Secção "CÓDIGO SECRETO" - onde além de evidenciar alguns dos notáveis do POLICIÁRIO e da sua PROBLEMÍSTICA incluiu outros motivos de interesse, sobre as Actividades Policiárias, na Época.
CONTRA-SENHA
BOLETIM INFORMATIVO DO NÚCLEO
POLICIÁRO DO BARLAVENTO
1 de Agosto de 1986 a 29 de Fevereiro de 1989
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UM ANO A FAZER
A M I Z A D E
Foi a partir da carta de apresentação NPB 0001 g. de 19 de Junho de 1986 que começou a tomar corpo o Núcleo Policiário do Barlavento, e ao longo de um ano de actividade regular solidarizou-se com o nosso projecto uma significativa parcela dos policiaristas interessados num melhor futuro para a problemística policiária.
Código Secreto, Contra – Senha, opúsculos e todo o diverso tipo de cooperação nunca negada a outros agrupamentos existentes, podem atestar os desígnios e a capacidade motora que apenas e só uma simples declaração de intenções despoletou, já lá vai um ano.
Pena é que, em casos felizmente esporádicos, nos tenhamos defrontado com uma certa forma obtusa de não-colaboração, mãos que se deveriam unir e que — todas cheias de si mesmas — se recusam a participar com humildade e total afeição a uma causa que deve ser de todos nós, os que — sem rebuço — afirmamos a nossa presença sempre que a p.p. necessite do esforço tendente a atingir o destaque merecido no campo dos passatempos (ditos) mentais. A arte dedutiva, como vitalizante estímulo para as células cinzentas, nunca reuniu tantas condições em bruto para se afirmar perante a opinião pública e (assim) seduzir um leque cada vez mais representativo de bons aderentes. Mas, ao invés, não são poucos os que receiam estar a assistir a um malbaratar de oportunidades, demasiado individualizadas, tristemente descoordenadas...
O Núcleo Policiário do Barlavento, desde a primeira hora, tem chamado a atenção dos policiaristas responsáveis para que conjuguem efectivamente esforços. Que não restem dúvidas: se queremos fazer o melhor pela p.p., é preciso trabalhar para isso, tendo presente que na sua essência esta actividade lúdica é, antes do mais, uma escola de amizade.
A tarefa não é fácil, pelo que continuaremos na primeira linha até que a UNIÃO ENTRE TODOS OS POLICIARISTAS passe de uma velha frase feita a uma nova fase de efeitos, palpáveis e positivos.
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M |
ANUEL JACINTO GOMES SEMEÃO FARIA (o bom amigo “Faria”) nasceu na Freguesia da Sé, em Évora, no dia 10 de Junho de 1951.
EMPREGADO comercial, deixou-se “levar” pelo policiarismo em 1975 na secção “Mistério... Policiário” do “Mundo de Aventuras”, começando do por brincadeira... só que o “bichinho” pegou e há 12 anos que não arreda pé.
NORMALMENTE participa em todas as iniciativas e passatempos policiários e de cruzadismo, o que lhe ocupa alguns dias durante a semana, isto se somarmos as horas “perdidas” aqui e ali.
TARDAVA a concretizar o sonho de criar uma tertúlia policiária em Évora, mas finalmente esse desejo foi alcançado e, com o contributo de alguns destacados amigos policiaristas da zona, a TPE já é uma realidade.
APESAR do tempo “gasto” com os passatempos, quando se trabalha por gosto não se cansa e por isso mesmo a sua actividade policiária não esmorece (antes pelo contrário), pelo que, com todos os outros elementos da TPE, certamente muito ainda será de esperar deste alentejano.
QUE o NPB vá para a frente, são os seus ardentes votos.
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Policiário!










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