AS RESPOSTAS AOS DESAFIOS PODEM SER ENVIADAS DURANTE O MÊS DE SETEMBRO! SEJA CRIATIVO PARA FIGURAR ENTRE OS MELHORES DECIFRADORES!
Para acompanhar no Blogue... 🎡
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Mais... Policiário!
O DESAFIO DOS ENIGMAS
LOCAL DO CRIME
Salvador Santos
VAMOS DECIFRAR ENIGMAS POLICIÁRIOS
NAS FÉRIAS DE VERÃO
🌞📓☝🖊
"TORNEIO DE VERÃO - ÚLTIMA HORA!
O TORNEIO DE VERÃO (as melhores, mais criativas e originais soluções) arrancou no dia 5 de Agosto, com a publicação do seu primeiro problema (um original inédito do Confrade "NOVE"), de forma a não “criar ruído” no "Torneio do Cinquentenário de Mistério... Policiário",
que conhece o seu nono Enigma no dia 1 de Setembro. Assim, os Problemas Policiários
do TORNEIO DE VERÃO foram publicados no Blogue LOCAL DO CRIME nos dias 5, 15 e
25 de Agosto. Juntamente com o primeiro Desafio, foi
publicado o Regulamento do TORNEIO. Estão todos desafiados a marcar
presença. NÃO FALTEM!!!
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Jartur - 1976 |
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ILUSTRAÇÃO DE "GIBAT" - 1984 |
ARRANCA HOJE O TORNEIO DE AGOSTO
HOMENAGEM A NOVE/VERBATIM
Como anunciado na anterior edição de O Desafio dos Enigmas, publicamos hoje o primeiro problema do Torneio de Agosto (as melhores, mais criativas e originais soluções), um original inédito de Pedro Paulo Faria (NOVE e VERBATIM), da sua primeira fase de produtor, quando procurava criar uma carteira de enigmas de menor grau de dificuldade que captassem novos praticantes para a vertente de decifração policiária. Serão três os problemas do mesmo autor com que iremos colocar à prova a capacidade dedutiva dos nossos leitores, aliando a essa argúcia um grande espírito criativo e um sentido de originalidade apurado, já que o objetivo é premiar não só as melhores, mas também mais criativas e mais originais soluções dos concorrentes em prova.
Torneio de Agosto
(as melhores, mais criativas e mais originais soluções)
Regulamento
1. O Torneio de Agosto é uma prova aberta a todos os leitores do jornal AUGIÊNCIA GP, não necessitando de inscrição prévia.
2. O torneio será composto por 3 (três) problemas inéditos de NOVE/VERBATIM, a publicar na secção O Desafio dos Enigmas, nas edições de 5, 15 e 25 de agosto.
3. O prazo de envio de propostas de soluções termina no trigésimo dia após a publicação de cada problema (dias 5, 15 e 25 de setembro, respetivamente).
4. As propostas de soluções devem ser enviadas para o mail salvadorsantos949@gmail.com, dentro do prazo previsto no número anterior.
5. Em cada etapa serão selecionadas as cinco melhores, mais criativas e originais propostas de soluções, sendo atribuído a cada uma delas 10, 7, 5, 4 e 3 pontos, respetivamente. Às restantes propostas de solução serão atribuídos 2 pontos.
6. Vence o torneio o concorrente que somar o maior número de pontos no final da terceira etapa.
7. Em caso de igualdade pontual no final da prova, será vencedor, pela seguinte ordem, o concorrente que:
a) Tenha obtido mais vezes a pontuação máxima (10 pontos);
b) Tenha obtido mais vezes 7 pontos;
c) Tenha obtido mais vezes 5 pontos;
d) Tenha obtido mais vezes 4 pontos;
e) Tenha obtido mais vezes 3 pontos.
8. Serão atribuídos os seguintes prémios: Taças para os três primeiros classificados; Medalhões para o quarto, quinto e sexto classificados; Medalhas para o sétimo, oitavo, nono e décimo classificados.
9. Os casos omissos serão resolvidos pelo orientador da secção O Desafio dos Enigmas.
Torneio de Agosto
(as melhores, mais criativas e mais originais soluções)
Problema n.º 1
“Crime na Casa Azul”
De: Nove (2006)
O coronel Ferraz vivia com os seus dois sobrinhos, Carlos e João, numa vivenda chamada “Casa Azul”, da qual fazia parte um vasto terreno que se estendia das traseiras da moradia até uma linha de caminho de ferro que corria a cerca de 100 metros de distância.
Numa bela, mas infeliz manhã de maio, o coronel apareceu morto no seu escritório, uma divisão situada na parte da frente do rés-do-chão da “Casa Azul”. Foi a empregada quem encontrou o corpo, cerca das 9h10, pouco depois de ter entrado ao serviço.
A polícia foi chamada e, pelas 10h20, chegou o Inspector Alves, o agente Dias e o Dr. Martins, médico legista.
Foi tudo examinado com cuidado. O coronel Ferraz havia sido atingido no local onde se encontrava o corpo, com um tiro na nuca, desferido a uma distância entre 0,5m e 1,0m. A morte, segundo a estimativa do Dr. Martins, ocorrera entre as 7h45 e as 8h15. A arma fatal não se encontrava no escritório.
O Inspector Alves chamou a empregada e os dois sobrinhos para um primeiro interrogatório.
A senhora fora ao posto médico daquela povoação, onde estivera, segundo se comprovou, das 7h40 às 8h30.
O sobrinho Carlos declarou o seguinte: “Desci para o meu exercício matinal cerca das oito menos um quarto. O meu primo João estava a tomar o pequeno-almoço com o tio. Quando eu andava lá por baixo, na nossa quinta, perto da linha do comboio, ouvi um barulho, semelhante a um tiro, vindo da vivenda. Estranhei o facto, mas não lhe dei importância. Deviam ser 8h10 porque, no momento em que senti o tiro, estava a passar o primeiro comboio rápido da manhã, que costuma ser muito pontual. Regressei a casa já depois das oito e meia e fui para o duche. Fiquei muito surpreendido ao ouvir os gritos da nossa empregada… tinha eu acabado de me vestir. Depois de ver o que acontecera telefonei de imediato para os senhores”.
O sobrinho João disse: “Vi o meu tio ao pequeno-almoço. Ele estava bem disposto e encarregou-me de tratar de uns assuntos na cidade. Saí um ou dois minutos antes das oito. Fui primeiro falar com o empreiteiro com quem ajustámos o arranjo da garagem e depois desloquei-me ao nosso banco. Quando aí me encontrava, perto das nove e meia, telefonou-me o meu primo Carlos a dizer que o tio tinha sido encontrado morto no escritório. Por uns instantes fiquei sem fala. Recompus-me, pedi-lhe pormenores e vim logo para aqui”.
Após ter interrogado os dois sobrinhos o Inspector Alves ficou satisfeito. O caso não parecia complicado.
Foi acidente? Foi suicídio? Se foi assassínio, quem o terá perpetrado? Justifique a sua resposta.
Torneio de Agosto
(as melhores, mais criativas e mais originais soluções)
Problema n.º 2
“O Berbequim Voador”
De: Nove (2006)
O Sr. Ferreira acabara de pousar um berbequim, perto da porta de entrada do seu quintal, quando ouviu o telemóvel. Solicitavam a sua presença numa mata próxima para assinalar as árvores a abater. Chamou o cão, na ideia de lhe proporcionar umas corridas, e saiu com ele.
O quintal estava rodeado por um gradeamento difícil de transpor, mas a porta ficara apenas encostada e, da rua, via-se o berbequim. Decorrida cerca de uma hora, quando o Sr. Ferreira voltou, a ferramenta já não estava lá, voara! Como ninguém ficara em casa naquele intervalo de tempo, tudo levava a crer que o berbequim fora roubado.
O Sr. Ferreira lembrou-se então de pedir ajuda ao seu vizinho Carlos Santos, um jovem que começara há uns meses a sua carreira profissional na polícia. Sabendo-o de folga, procurou-o e contou-lhe o sucedido. Não era tanto o valor do berbequim que o preocupava, mas, sobretudo, o inesperado furto. O agente Santos prontificou-se a averiguar o assunto e, depois de pensar um pouco, dirigiu-se para o café onde se costumavam encontrar as pessoas das imediações. Faltava um quarto para o meio-dia.
Após cumprimentar os presentes o agente perguntou: “Então já sabem do assalto ao Sr. Ferreira?... Foi esta manhã. Coisa séria, segundo parece. Penso que o larápio não deve andar longe”. E dito isto olhou para um moço de catorze anos ou pouco mais. O rapaz respondeu de pronto: “Ó Sr. Carlos não olhe assim para mim. Não tive a última aula e cheguei aqui há cinco minutos”.
O dono do café, por detrás do balcão, resmungou: “Ó Carlos, tu por seres polícia não vais agora pensar que todos os outros são ladrões, pois não? Conta o que aconteceu e deixa-te de acusações”.
O agente Santos sorriu bem-disposto e tranquilizou o lojista. Mas o Sr. Marques, um dos clientes, resolveu continuar a protestar: “Caramba! Vir para aqui falar de um grande assalto, de uma coisa séria, quando não desapareceu mais do que um simples berbequim, é de quem anda a sonhar com ladrões. Ó Carlos, porque é que vocês na polícia não se ocupam de coisas realmente graves?”
O agente Santos, sem perder a calma, dirigiu-se então a todos e disse: “O Sr. Marques não deixa de ter alguma razão, mas podem ficar descansados quanto ao tempo gasto porque eu já sei quem roubou o Sr. Ferreira”.
Como é que o Carlos Santos descobriu o larápio? Quem era ele?
NOTA: As propostas de solução devem ser enviadas para o e-mail do orientador da secção, salvadorsantos949@gmail.com, até ao próximo dia 15 de Setembro, impreterivelmente.
Torneio de Agosto
(as melhores, mais criativas e mais originais soluções)
Problema n.º 3
“A Gaiola Roubada”
De: Nove (2006)
Ao princípio de uma luminosa tarde de primavera, o Sr. Baeta, dono de uma antiga barbearia de bairro, denominada “Salão Ideal”, fechou a porta da sua loja deixando um pequeno cartaz que dizia “Volto já”. Regressou passados vinte minutos e constatou que lhe tinham roubado um lindo canário e a respectiva gaiola que, inadvertidamente, deixara pendurada do lado de fora.
Ficou desolado porque tinha uma grande estima pelo bicho. Mas não cruzou os braços e dirigiu-se, sem demora, à esquadra que havia ali perto.
O cabo Raposo tomou conta do assunto e concluiu, ainda nessa tarde, que o furto poderia ter sido obra ou da Sra. D. Josefa Silveira, chegada há três meses ao bairro, ou do Sr. Armando Fonseca.
Foram ambos chamados a depor, tendo sido interrogados em separado.
- Sra. D. Josefa, roubaram uma gaiola ao dono da barbearia “Salão Ideal”. Há indícios que levam a suspeitar da senhora como autora do furto. O que me diz?
- Ó Sr. Guarda, é muito triste o que se passa neste bairro! Como não ando aí metida em mexericos, estou mesmo a ver que alguém já lhe veio dizer, se calhar por inveja, que fui eu que roubei o canário da barbearia, que nem sei de quem é nem onde fica ao certo, pois vivo aqui apenas há três meses e levo uma vida muito recatada. Mas já agora digo-lhe, se o Sr. Baeta não queria que lhe roubassem o passarinho não tivesse deixado a gaiola na rua quando fechou a loja. Aquilo foi obra, com certeza de algum garoto…
O cabo Raposo fez ao Sr. Armando Fonseca uma pergunta semelhante à que fizera à Sra. D. Josefa Silveira. Ele respondeu do seguinte modo:
- Eu, autor de um furto?! Ó senhor guarda, nem sabia que tinham roubado uma gaiola ao dono do “Salão Ideal”, quer dizer, ao Sr. Baeta, não é verdade? Terá sido aquela gaiola que ele costuma pôr à porta da barbearia com um bonito canário? Se foi essa o homem vai ter um desgosto de todo o tamanho. Ainda hoje vi o bicho, depois do almoço. Fui lá para mostrar ao Baeta um aparelho de televisão pequeno, que comprei para a cozinha e de que tínhamos falado uns dias antes. Ele no momento tinha a loja fechada e eu, como não podia esperar, fui-me logo embora.
Depois destas duas respostas o assunto ficou resolvido.
Quem é que furtou a gaiola com o canário? De que maneira é que o gatuno se denunciou?
NOTA: As propostas de solução devem ser enviadas para o e-mail do orientador da secção, salvadorsantos949@gmail.com, até às 24h00 do próximo dia 25 de Setembro, impreterivelmente.
Muito engraçados😉
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