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quinta-feira, 5 de março de 2026

🦉Torneio FAZ TUDO -Secção Código Secreto -Anos 80! 😎ETAPA N.º 6 📊 CLASSIFICAÇÕES 📝 COMENTÁRIOS


🦉 📚 Este é o vosso Blogue RO! 👏 ✌ 👍

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45 - Tropeções... Policiários!💣

 

 

📚🔎🌞📑🙃👀...Ora, Viva!
Sempre às quintas-feiras –  estamos a recordar, aqui no “Blogue RO”, em sucessivos “tropeções”… o famigerado “Torneio FAZ TUDO” que se realizou na Secção “Código Secreto”, no Jornal “Barlavento”, sobre a batuta do Confrade FERMAN, nos Anos 80!
  

...ESTAMOS a (re)publicar, TUDO, Conversas, Testes (Desafios) que foram bastante diversificados, a essência do Certame, Classificações e… também algumas Respostas/Soluções do “DUO MISTERIOSO” que se tratava da dupla “O Gráfico” mais o “Inspector Pevides” que… nem sequer se conheciam, pessoalmente!
AQUILO… ERA POLICIÁRIO!
ISTO É… POLICIÁRIO!
Feliz 2026, para TUDO… e para TODOS! 

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»»» SAUDAÇÕES POLICIÁRIAS «««

O Gráfico RO 🕵️

Repórter de Ocasião

 Luís Rodrigues 🖊

  
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A Secção Policiária “Código Secreto”, do Jornal “Barlavento” marcou também, extraordinariamente, uma Época na História do POLICIARISMO PORTUGUÊS! É justo que se mencione o seu criador inicial e mentor do projecto, o distinto Confrade FERMAN (Fernando Vieira) que entre o primeiro número (31 de Agosto de 1983, Barlavento n.º 368) até à Secção n.º 208, 25 de Novembro de 1987, última edição sob a sua orientação, abriu as páginas do seu “Código Secreto” a todas as opiniões, controversas, ou não, de todos os Policiaristas da altura, pelo que algumas polémicas se instalaram, mas de modo livre e democrático, como era apanágio do FERMAN, tudo se publicava... levando o “Código Secreto” a ser uma janela de transparência... talvez mal aproveitada pelos “guerreiros” Policiaristas que viam naquele espaço uma oportunidade para “disparar” em todas as direcções... talvez uma antecipação daquilo que são as redes sociais de hoje... digo eu!

...Enfim... são águas passadas!

Assim eu tivesse tudo organizado e catalogado, sobre o POLICIÁRIO, como tenho religiosamente ARQUIVADO a minha passagem (de “O Gráfico”) pelo “Código Secreto” onde fortifiquei uma duradoura AMIZADE com o Fernando Vieira para toda a vida!

Do número de “Código Secreto” 209 (3 de Março de 1988) até à Secção final, datada de 29 de Dezembro de 1988 (n.º 250), a Orientação e Cooordenação passou para “DANIEL SILVA” pseudónimo de HUMBERTO TEIXEIRA, se não estou enganado, onde igualmente se tornou numa Secção Histórica pela publicação em episódios curtos, escritos por muitos Policiaristas, de um CONTO/NOVELA: “NÃO HÁ CRIMES PERFEITOS”. Todas as semanas saía uma, ou mais, publicações de um, ou mais do que um, Policiarista diferente que dava continuidade ao desenvolvimento da História. Uma iniciativa de grande mérito e sensacional.

- O Gráfico

 

Nota:

Fica prometido, depois da recordação do Torneio “FAZ TUDO”… (re)publicarmos o CONTO/NOVELA “NÃO HÁ CRIMES PERFEITOS”, editado na Secção “Código Secreto” e produzido, em episódios, por uns quantos Policiaristas da década de 80, numa “maratona” diária… aqui, no “Blogue do Repórter de Ocasião”!

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Prova Nº. 6 – “Conto”

        A atingir já a sua recta final, o FAZ TUDO propõe aos leitores, como 6a. prova, a elaboração de um pequeno conto inspirado na imagem reproduzida.

        As características desse ensaio literário ficarão inteiramente ao critério dos concorrentes e as únicas “imposições” que se lhes colocam é que os trabalhos sejam escritos em letra bem legível (de preferência dactilografados...) e que não ocupem o máximo de duas folhas A4.

        O prazo para o envio das participações termina em 23 de Julho (sexta-feira), carimbo dos CTT.

        Quanto aos prémios a distribuir, teremos um conjunto de 5 obras de suspense e acção para o melhor, 3 para o segundo e 2 para o terceiro. Haverá ainda 3 livros a sortear entre todos os “escritores”.

        Entretanto, correm ainda os prazos para a prova n.º 3 (“Primeira Página” – “barlavento” de 29 de Abril) até 12 de Junho, para a prova n.º 4 (“Legenda” – “barlavento” de 13 de Maio) até 26 de Junho, e para a prova n.º 5 (“De cor e salteado” – “barlavento" de 27 de Maio) até 10 de Julho.

        Qualquer leitor ainda está a tempo de participar no FAZ TUDO, uma iniciativa do NPB e do jornal “barlavento” que pretende desafiar os concorrentes a mostrarem as suas capacidades “escondidas”. Concorram! 

 




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Resultados

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CLASSIFICAÇÃO DA 6a. PROVA ("CONTO") – 1.º – Big Ben; 2.º – A. V. Joel; 3.ª – Mali; 4.º – Detective Alcopas; 5.ª – Med Vet; 6.ºs – Duo Misterioso; 7.ª – Beribica; 8.º – Humberto Teixeira; 9.ª – A Lampadinha; 10.º – Jonas Mão leve; 11.ª – MASC.

 

        GERAL À 6.ª PROVA 1.ºs – Duo Misterioso (20 pontos); 2.º – A. V. Joel (23 pts); 3.º – Detective Alcopas (24 pts); 4.ª – Med Vet (36 pts); 5.º - Big Ben (41 pts); 6.ªs – Mali e Beribica (51 pts); 8.ª – A Lampadinha (52 pts); 9.ª – MASC (54 pts); 10.º – Jonas Mão leve (64 pts).   


        Com 5 provas – 11.º – Mac Jr. (17 pts).

        Com 4 provas – 12.ª – Agente Dacom (26 pts); 13.º – Taka Takata (40 pts).

        Com 2 provas – 14.ª – Velda (22 pts).

        Com 1 prova – 15.º  – Humberto Teixeira (8 pts); 16.º – El Nunes (11 pts) e 17.º   A. Fontão (14 pts).

 

        PREMIADOS NA 6.ª ETAPA — Cinco obras de “suspense” para o melhor – Big Ben; 3 livros para o segundo – A. V. Joel; 2 livros para a terceira – Mali; três livros sorteados entre todos os concorrentes: A Lampadinha, Detective Alcopas e Humberto Teixeira.

 

Comentário à 6.ª Prova

        Factor marcante nesta 6.ª etapa: a ausência (forçada) de Mac Jr., um concorrente que estava a dar óptimas provas das suas qualidades e que pelas mesmas merece todo o apeço do júri.

        Júri esse que, mais urna vez, ficou “encantado” com a imaginação e os dotes literários de todos os participantes, sem excepção.

        Onze contos foram recebidos, onze formas diferentes de interpretar a mesma imagem foram muito bem trabalhadas em termos de trama e de tratamento da língua portuguesa, de que o original assinado por Big Ben é cabal exemplo. Pena tem o júri do FAZ TUDO de não possuir espaço suficiente para se fazer eco dos excelentes nacos de prosa recebidos a propósito desta 6a. prova... Quem sabe, talvez venha a ser possível a edição de uma publicação que reúna o melhor do melhor?!...

        No aspecto posicional, o Duo Misterioso continua a liderar, mas sem tranquilidade: A. V. Joel e Detective Alcopas (pelo menos) não desarmam e, aqui, recuperaram terreno. Lá para trás, é notável a recuperação de Mali: até onde irá a acesa “luta” travada pelo pelotão de jovens concorrentes colocadas entre o 6.º e o 9.º postos?...

       A derradeira etapa (“Detectives em Xeque” – “b” de 8 de Julho) tem prazo até 19 do corrente (quarta-feira) e, por uma questão de cumprirmos com o calendário de divulgação dos resultados finais, a organização roga aos concorrentes que o cumpram rigorosamente, o que desde já agradece.




A MENTIRA

»»» Conto «««

...O deslizar trepidante e contínuo não lograva diminuir as minhas faculdades de observaçáo e crítica... Baixara para os olhos, propositadamente, as abas do chapéu para poder observar persistente e furtivamente... Talvez esta seja uma das mais evidentes facetas do meu carácter e, daí, alguns temerem as minhas réplicas irónicas, cortantes e, por vezes, cínicas... Sou um homem desiludido... Já só aprecio a solidão... Verdadeiramente, sou um introvertido... Exaspero e levo os outros a julgarem-me erradamente... As criaturas vulgares pouco mais fazem do que serem juízes dos actos, quase sempre imaginários, do seu desprotegido semelhante... Um modo cómodo de esquecerem os seus vandalismos espirituais, as suas tirodeicas infâmias, os seus secretos problemas... Pântanos horríveís... Eu sei porque me reclui em solidão... Sei e, também, quero esquecer, nem mais... Contudo, gosto muito de viajar... Adoro a segurança de me sen-tir entre versáteis desconhecidos... Mas, de repente, às vezes, nesta paisagem interessante, noto um sinal de perigo... Assim acontecia naquela manhã em que dei costas à cidade para uma curta evasão... Queria pesquisar, algures, nem sei mesmo se apenas pretendia encontrar-me comigo próprio num local ermo de singulares ressonâncias... Isto de se ser um homem independente, vale muito...Ou não valerá nada?! Vale, com certeza... Há lá coisa que chegue à tranquilidade da nossa consciência... Sim, que um homem independente poderá viver pobre, até com dificuldades, materiais, mas é livre, mesmo de pensar o que quer... Exactamente!... Mas... Aquele sujeito sentado ao fundo da carruagem, encostado ao canto da janela, impressionou-me, de repente... Não foi a sua voz que despertou em mim quaisquer reminiscências... 0 que se cravou na minha cabeça, mais propriamente no meu cérebro, foi uma frase, petulante, definitiva... Olhei o homem... Ele tinha um olhar sonolento, contudo... Ele falava de si... A boca dele, de expressão assaz decidida, sorria... A aba do meu chapéu desceu mais... Aconcheguei ao queixo, às faces, o cachecol, a gola do sobretudo... O homem falava e falava... Da sua vida, dos seus conhecimentos, das suas repetidas viagens... Afirmou que era um extrovertido... Mas nem sempre... Alto!... E falava, sacudido molemente pelas trepidações regulares do «rápido» que avançava... Senti, subitamente, uma espécie de murro... Atingira-me no peito... Fiquei opresso... Tive um desnorteamento subitâneo... Quem era aquele homem?!... 0 seu rosto... Era-me familiar, muito familiar... Como se tivesse tomado uma droga estranha, ele contava episódios do seu passado... Parecia feliz por libertar-se perante desconhecidos desses pesos que todo o homem carrega... Ninguém me diga que foi sempre puro de intenções, que procedeu sempre com honra... Ele misturava verdades com mentiras e tinha um ar extravagante... Aparência de prestidigitador divertido... Debaixo dos seus pés deflagrava uma fogueira... Havia espinhos no meu assento... O homem fez deslizar uma cortina, subtil, rapidamente... Um golpe mágico... Aí a mentira do homem lacerou-me a alma... Apeteceu-me gritar: «Não, não foi assim, isso aconteceu de maneira diferente... Não...». Que, tontaria a minha!... Pois se eu era somente um crítico observador... Um passageiro de ocasião e um eterno passageiro da vida!... As feições do homem, o homem sem dúvidas acerca de si... Um homem sentado, de rosto babeado, sem chapéu... Apenas com o olhar fatigado, sonolento... A boca sorria... Defendera-se ao narrar um caso acontecido com ele... Era viúvo... Pois antes de casar, tivera de romper com outra namorada, antiga... Nada lhe prometera, fora um devaneio longo... Isto de mulheres, é confuso... Esta, por exemplo, dizia ser-lhe fiel e, afinal, um dia surpreendera-a com outro... Bateram-se naturalmente; deixara-o marcado por toda a vida... Elas são um permanente e desconcertante mistério... Ele não fora culpado!... 0 mundo estava cheio de cabeças tontas... Ambições, vaidades, os longos desejos... Ele, agora viúvo, ainda queria viver... Não suportava a solidão... Não ia em viagem de negócios; só, passear... Quando já estivesse trôpego, então... Ah! o silêncio da sua casa recordava-lhe o que queria esquecer... «Afinal, nem seria um homem forte...». Tudo isto eu escutei e fui retendo... Continuei a observar... Era-me absolutamente familiar aquele rosto... Comecei a transpirar; o suor corria-me pela espinha... Eu deveria matar aquele homem... Que Deus me perdoasse... Pois bem, ele seria um pouco mais novo do que eu... Ele contava uma história que era a minha!... Ele parecia-se extraordinariamente comigo, com uma fotografia que eu guardava no fundo duma gaveta... A rapariga que ele desprezara e abandonara... Eu refugiara-me na solidão e não ouvia o pulsar do silêncio... Ele, pelo contrário... A mentira do homem está em cada homem, todo o homem mente porque todo o homem tem segredos torvos... Ele traíra... Aquele homem traíra... Tinham mentido... Eu transpirava e sentia calafrios!... 0 passado... «Ela»... Onde estaria e o que pensaria dos horríveis semelhantes?!... O comboio trepidava... O sol inundava a carruagem... Recordei, sem saber como, uma frase de Shakespeare: “Embora aqueles que são traídos sintam agudamente a traição, os traidores sentem-na ainda maís”... 0 desejo de estar sozinho... Ora bem, eu sei agora o nome que devo dar-me!... Enterrei mais na cabeça o mole do chapéu de feltro, levantei, até quase me sufocar, o grosso cachecol escocês... Mas a minha viagem naquele dia já deixara de ser ilusão para se transmudar num pesadelo que me dava agonias... Perplexo... Estava sem saber, quando é o homem forte... Deixei de observar, de criticar... Há quanto tempo odiava eu os espelhos?!...

BIG BEN



 

 

🔎 "Solução", de: Duo Misterioso

»»» Conto «««

CASCAIS. Manhã quente. Brilhante. Como sempre. 11 horas. 10 de Setembro. Ano 86. Cais vazio. Lota terminada. Peixe que partiu. Gaivotas em debandada. Dançam no ar. Poisam em terra. Voltam ao mar. Ficam à espera. Hesitam. Avançam. Miram. Atacam. Restos de peixe mole. Desordenados. Ao sol. Aqui. Ali. São devorados. Besugos. Sargos. Safios. Pargos. Xarrocos. Sardinhas. São comidos. Aos poucos. Pelas aves marinhas. Em constante turbilhão. Comem tudo...

No meio da confusão. Distingue-se um rosto. Sisudo. Mal-encarado. Pensativo. Desesperado. Arrependido? Sentado. Num saco de viagem. Carregado de suspeitas. Vê partir. As aves. De branca plumagem. Satisfeitas.

Fernandes João. De seu nome completo. Gozava as férias de verão. Naquele ambiente. Alugara um iate: AÓNIA. Barato. A esposa: SÓNIA. Acompanhava-o. Alta. Morena. Esbelta. Serena. Impávida. Lesta. Cobiçada. Pretendida... Fiel! Cabelos longos. Negros. Olhos grandes. Pretos. Bonita. Atraente. Meiga. Sorridente. João. Cortesão. Ciumento.

Outro iate: IÓNIA. De aluguer. Ao lado. Popa com popa. Atracado. Com outra mulher: LÓNIA. Outro casal. Facto normal. Coincidências?!... IÓNIA. LÓNIA. AÓNIA. SÓNIA! Mulheres parecidas. Distintas. Desprendidas.

Madrugada. Do mesmo dia. Noite nefasta. Densa. Opaca. João. Regressa. Ao “lar”. Cambaleia. Olha o mar. Vislumbra a areia. Drogado? Cansado? Tudo misturado. Anda. Recua. Entra no barco. Média luz. Dirige-se ao quarto. Ai, Jesus! Que vê?... Homem e mulher unidos! Não crê. Gemidos. A sua doce mulher. SÓNIA!!! Amor. Ardor. Ternura. Loucura. Ódio. Traição. Raiva. Partem-lhe o coração. De repente. Gritos. Alaridos. Homens. Somente. No chão. Vítima por baixo. Mulher atrás. Gesticula. Tenta explicar. João. Furioso. Por cima. Raivoso. Mão no pescoço do indefeso. Tentam matar...!

Momentos fatais.

João. Alucinado. Senhor da razão? Justiça e verdade? Tinha acabado. A sua missão. A mulher chora. Abraça o morto. Sem demora. Grita: Assassino! Assassino!!

João. Cá fora. Molha o rosto. Ergue a cabeça. Sem destreza. Lê o nome do iate “vizinho”: AÓNIA!?!

Quem saberia. Agora. O seu destino?...  

 

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FAZ TUDO E CONVÍVIO

        Termina hoje o prazo da última prova do FAZ TUDO, o que permitirá a revelação dos resultados da 7a. etapa já para a semana e os da derradeira prova serão divulgados a 2 de Setembro. Este calendário proporcionará aos concorrentes tomar conhecimento atempado da classificação final, de modo a programarem a sua vinda ao Convívio NPB 87, para estarem presentes na entrega dos prémios — ponto alto daquele encontro.

        A organização espera que todos os interessados confirmem as suas presenças a 12 de Setembro até ao dia 28 de Agosto, em bilhete postal expressamente utilizado para o efeito, para a confirmação das estadias a reservar com a oportunidade necessária.      

 





🦉🦉🦉📖❔ REGRESSAREMOS NA PRÓXIMA SEMANA, COM OS COMENTÁRIOS HABITUAIS DOS JÚRIS, NA DIVULGAÇÃO DA PROVA N.º 7, (Penúltima) SOLUÇÃO, PREMIADOS E CLASSIFICAÇÕES DOS CONCORRENTES QUE PARTICIPARAM NESTE INOLVIDÁVEL TORNEIO “FAZ TUDO”!


📔Recordações

Felizes! 👌🧐

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