📑TRATA-SE de uma publicação em folha A/4, fotocopiada, dos Anos 80, produzida pelo Confrade "FERMAN" (Fernando Vieira) do então NÚCLEO POLICIÁRIO DO BARLAVENTO (NPB) - uma espécie de Boletim que acompanhou a distinta Secção "CÓDIGO SECRETO" - onde além de evidenciar alguns dos notáveis do POLICIÁRIO e da sua PROBLEMÍSTICA incluiu outros motivos de interesse, sobre as Actividades Policiárias, na Época.
CONTRA-SENHA
BOLETIM INFORMATIVO DO NÚCLEO
POLICIÁRO DO BARLAVENTO
1 de Agosto de 1986 a 29 de Fevereiro de 1989
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Mais um conjunto de acções subscritas pelo NPB têm lugar neste mês de Setembro, consubstanciando uma atitude precisa e prática que serve de paradigma desde a sua criação – MAIS FAZ QUEM QUER DO QUE QUEM PODE.
Editando este 14.º exemplar da “Contra–Senha”, regular e constante, continuando aberto o convite ao envio de opiniões sobre o tema “Produções – para todos ou para alguns”, levantando o 1.º Convívio NPB (de onde ressalta o “colóquio” sobre o panorama e perspectivas da problemística policiária), mais não se pode esperar do Núcleo Policiário do Barlavento... Outros com maiores responsabilidades advindas de ambiciosas promessas até agora não cumpridas mantêm compromissos adiados.
De nós, os policiaristas têm a certeza de que em Outubro haverá mais... e com isto está tudo dito!...
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ANUEL BARATA DINIS é natural da freguesia de S. Jorge de Arroios (Lisboa), onde nasceu a 29 de Março de 1935. Casado, tem dois filhos de quem muito se orgulha. Gerente comercial, a sua actividade profissional arrasante cria-lhe um “stress” a que o “escape” da problemística policiária põe, de certo modo, cobro.
DESDE o princípio da década de 50 anda metido nas peripécias da p.p., numa constante participação atestada pela vasta colectânea de secções reunida — um dos seus mais valiosos patrimónios... e maior seria não fossem certos empréstimos não devolvidos... Mesmo assim presta-se a facultar esse material aos interessados em fotocopiá-lo, desde que exista um compromisso na correspondente devolução rápida e segura.
DURANTE muitos anos fez parte dos corpos directivos do Círculo de Literatura Policiária, o qual ainda não perdeu a esperança de ver reactivado – mesmo com outra qualquer denominação – uma vez que o objectivo de congregação dos policiaristas esteve na essência da criação do CLP.
CONSIDERA como melhor prémio alcançado no decorrer de três dúzias de anos que leva dedicados ao policiarismo a amizade retribuída pelos demais confrades. Não obstante, conseguiu classificações de realce em vários certames.
RECONHECENDO como válido a trabalho de equipa, discorda das “listas colectivas” por atraiçoarem a verdade desportiva. Por outro lado, considera que os seccionistas não devem ser demasiado benevolentes no capítulo dos prazos, porém – menos ainda – não deverão ser radicalistas, pois “no meio é que está a virtude”, como em tudo na vida.
LAMENTA haver quem se fundamente em padrões rígidos, obstinados, desprezando aspectos quiçá mais importantes, como sejam o esforço desenvolvido pelos concorrentes. Por já ter sido vítima, recentemente, desse estado de espírito, pela primeira vez ficou impedido de completar um torneio a que se entregara com o mesmo entusiasmo e aplicação seus apanágios.
POLICIARISMO para si é sinónimo de adestramento saudável para o músculo cerebral, com a consequente melhoria de todas as suas capacidades e relevantes dividendos recolhidos ao longo de toda uma existência activa, decifrando e produzindo problemas policiários. Isto, naturalmente, sem esquecer nunca que em cada outro policiarista imagina um bom amigo em potência!...
ADERIU ao NPB porque os seus componentes comungam dos seus ideais de fraterna na amizade e cordial relacionamento, em prol do policiário.

📖PROBLEMÍSTICA POLICIAL📌
Um Estudo, de: A. Varatojo🖋



















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