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Texto enviado pela Zablita Mariazita
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| Imagem Google - Com a devida vénia |
Pelourinho
Apresentado a prata, atesta a importância administrativa que Coja possuía enquanto concelho; monumento manuelino, é um dos mais importantes da vila.
Crescente
De pontas viradas para cima e a estrela de cinco pontas em chefe encontra-se no brasão por ser um dos elementos simbólicos de um dos selos de tipo iconográfico de D. Egas Fafes, reconstrutor de Coja e a quem devemos a atribuição do nosso primeiro foral, em 12 de Setembro de 1260.
Ponte
Para além de ex-libris da vila, lembra a sua função como meio de ligação entre Coja e outras regiões, e ainda a sua importância na defesa da vila aquando das invasões francesas.
Faixetas onduladas
Aparecem debaixo da ponte, duas a prata e uma a azul representam a exploração aurífera do Rio Alva, um dos motivos que teria atraído a fixação das populações (faixetas a prata) e a importância dos dois cursos de água que banham a vila, o Alva e a Ribeira da Mata como outro motivo determinante na fixação desses povos primitivos (faixeta a azul).
O Pelourinho de Coja é um monumento manuelino, erguido durante o reinado de D. Manuel I, nomeadamente no ano de 1514, data do segundo foral de Coja.
De estilo simples e singelo, como de resto, as gentes a quem servia, é um pelourinho (ou picota) de pinha e, na sua essência, original.
Apesar de ter sofrido uma destruição durante o terminus do Concelho de Coja, facto atribuído ao Dr. José Albano de Oliveira, foi recuperado pelo Padre Nunes Pereira e a João de Brito a partir de peças do Pelourinho original, que se conservaram na posse de particulares.
Assente numa base de quatro degraus quadrangulares, tem haste oitavada com pinha de folhas.
Texto original [www.aprincesadoalva.com]
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MTR
ResponderEliminarPodemos não ir a Coja, mas aqui está plasmada
mais um pouco da sua estória apresentada pelo nosso RO 🥰