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sexta-feira, 14 de agosto de 2026 - Último dia do prazo!
O valioso "Diamante de Sangue" foi roubado na sala principal do Museu Municipal durante uma forte tempestade de Verão. O roubo aconteceu cerca das 21h15, no momento em que um raio atingiu a rede eléctrica da vila e deixou o museu na escuridão total por cerca de 5 minutos.
O diamante estava no centro da sala principal, fortemente iluminada e protegido por uma cúpula de vidro grosso. Quando a luz voltou pelas 21h20, a cúpula estava intacta, mas vazia. No chão, ao lado do pedestal, a polícia encontrou:
1. Um par de luvas de borracha descartáveis, limpas.
2. A lanterna do guarda nocturno caída no chão e acesa.
Acontece que a cúpula de vidro só abre com uma chave física e uma senha numérica digitada em um painel electrónico ao lado do pedestal.
Com o apagão: O painel electrónico ficou completamente desligado (sem energia).
O sistema de segurança: Quando o painel perde energia, ele bloqueia a cúpula mecanicamente por dentro. A única forma de abrir a cúpula sem energia é usando a chave física e girando uma manivela manual que fica escondida em baixo da base do pedestal.
Marcos (O Director do Museu): Estava no seu escritório no primeiro andar. Ele afirma que quando a luz faltou, ele ficou imóvel com medo de tropeçar na escadaria , por isso nem saiu do escritório. Ele tem a cópia número 1 da chave da cúpula.
Tiago (O Guarda Nocturno): Estava a fazer a ronda perto da cúpula que “protegia” o diamante. Ele alega que quando a luz se apagou, foi logo atacado por trás, levou uma pancada na cabeça, desmaiou e a sua lanterna caiu. Ele tem a cópia número 2 da chave da cúpula.
Sérgio (O Electricista de serviço): Estava na sala dos disjuntores no subsolo tentando conter uma fuga de água que colocava em perigo a instalação eléctrica. Ele tem a cópia número 3 da chave da cúpula.
Mariana (a empregada de limpeza do museu): Estava na dispensa, a arrumar os materiais de limpeza, que havia antes utilizado. Dei por falta da luz mas continuei as arrumações com recurso à lanterna do telemóvel. E, já antes de sair e fechar a dispensa à chave, a luz voltou. Ela não tem a cópia da chave da cúpula.
Fernando (o zelador do museu) Estava no seu gabinete, no piso térreo, a preparar o horário das tarefas semanais. Deu por falta da luz mas ficou no seu gabinete aguardando a retoma da energia, que supunha ser breve como o foi. Ele tem a cópia número 4 da chave da cúpula.
Após interrogatório e analisado o local do crime por 10 minutos, o Inspector Alfama prendeu o culpado. Não havia impressões digitais (por causa das luvas), nenhum sinal de arrombamento e não havia sequer forma de determinar onde cada um estava na altura do apagão, valendo aqui as declarações prestadas.
Mesmo assim, o Inspector Alfama soube exactamente quem
mentiu e como o roubo foi feito…!
E você quem acha que tenha sido o culpado ?
Justifique , pormenorizando !
Pode enviar as suas respostas até às ...24h00 do dia 14..., deste mês de Agosto 2026, para viroli@sapo.pt
👏👏👏 UM ENORME APLAUSO PARA TODOS OS CONCORRENTES!
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O Gráfico – RO 🕵️
Repórter de Ocasião


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