PÁGINA CULTURAL DE DIVERTIMENTO

Divirtam-se neste espaço onde não se ganha milhões de euros e ninguém fica rico! Este é um local de diversão e puro lazer onde a única riqueza se granjeia a fomentar e divulgar a amizade, a alegria e a liberdade de expressão — e lucrando-se, isso sim, montes de Companheirismo e Fraternidade! (RO)

quinta-feira, 16 de abril de 2026

🔎Conheça uma Tertúlia Policiária-TPA - 23 Maio 1976


🦉 📚 Este é o vosso Blogue RO! 👏 ✌ 👍

📲 https://reporterdeocasiao.blogspot.com/ 👀

  📖 🔦 reporter.de.ocasiao@gmail.com ️📰📈 

 💑 🎓 Concursos 👑 "Rainha” 👸 e “Rei” 🤴 🏰

"Homem" 👨 e "Mulher" 👩 dos "GOSTOS"!👌

🧐 POLICIÁRIO 🕵🂧



51 - Tropeções... Policiários!💣

 

📚🔎🌞📑🙃👀...Ora, Viva!
Sempre às quintas-feiras - regressamos - com os "Tropeções"... em "descobertas policiárias", desta vez para recordar uma Tertúlia Policiária - a de Almada - que marcou uma ERA no Policiarismo nos finais dos anos 70 e décadas de 80 e 90.
 



...O  "tropeção" aconteceu aquando dos preparativos para a recuperação do "Romance Colectivo"... "Não há crimes perfeitos" que começou a ser divulgado às quartas-feiras, neste espaço policiário!

===================================

»»» SAUDAÇÕES POLICIÁRIAS «««

O Gráfico RO 🕵️

Repórter de Ocasião

 Luís Rodrigues 🖊

  
===================================
 

Conheça uma Tertúlia

        Em 1975 e 1976 começa a reunir-se no Café-Bar Desporto, em Almada, aquela que virá mais tarde a adoptar o nome de Tertúlia Policiaria de Almada de uma forma oficial. Eram os tempos da secção “Mistério... Policiário” no “Mundo de Aventuras” orientada pelo “Sete de Espadas”. Neste momento a TPA constitui a tertúlia mais antiga em actividade.

        Em meados de 76, altura em que se dá a entrada de “O Gráfico”, eram seus fundadores “LOREK”, “Detective Misterioso”, “Satanás”, “Baal” e outros, e, juntamente com “Alva”, “A Lampadinha” e “MASC” imprime-se nova dinâmica à tertúlia. Com este núcleo constituído, a TPA procura difundir o Policiário, tornar-se ela mesma conhecida e pensa-se em moldes de organização. A sua actividade em prol do policiarismo granjeia-lhe algumas homenagens. Entretanto escolhe para ex-libris uma adaptação das medalhas oferecidas na altura pela revista "Passatempo" e decide fazer coincidir a sua fundação oficial com a data do 1.º Convívio Policiarista de Almada, 23 de Maio de 1976.

 


        10 anos depois, e quando tinha agrupado quase três dezenas de elementos à sua volta, atravessa uma crise que leva ao anúncio da sua extinção, o que colheu de surpresa os policiaristas que seguiam a sua trajectória “cá de fora”. No entanto essa extinção anunciada nunca chegou a verificar-se de facto, tanto que o apartado 133 de Almada sempre recebeu correspondência endereçada à mesma, e apenas a doença de um dos seus elementos dinamizadores, o “Detective Misterioso”, impediu a retoma da actividade da TPA em data anterior à agora anunciada, ou seja, 27 de Fevereiro deste ano de 88.

        Mas, e agora, ela aí está! Cheia de vontade de trabalhar para o Policiarismo, de vontade de organizar os seus já famosos convívios, cheia de vontade de contribuir, como até aqui, para a criação de outras Tertúlias e Secções Policiárias. Como pioneira das Tertúlias “vivas” cabe-lhe essa responsabilidade acrescida, o que já teve oportunidade de demonstrar quando da crise de 1984 em que alguém escreveu que a TPA manteve o Policiarismo vivo, numa altura em que se punha em causa a sua continuidade.

        A nós, “Código Secreto”, cabe-nos enviar os parabéns àqueles que não querem deixar morrer as coisas, àqueles que sabem superar dificuldades, e agradecer, na parte (pequena) que nos cabe como policiaristas, o facto da TPA existir, como exemplo de que é possível fazer com que as coisas durem. É esse o grande exemplo que as novas Tertúlias e Secções podem extrair da TPA. É possível, no Policiarismo, DURAR MUITO TEMPO!!

 


🕵🦉📖❔VOLTAREMOS NA PRÓXIMA SEMANA, COM MAIS DESCOBERTAS POLICIÁRIAS!

📔Recordações

Felizes! 👌🧐

1 comentário:

Os seus comentários são bem-vindos. Só em casos extremos de grande maldade e difamação é que me verei obrigado a apagar.