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sexta-feira, 17 de abril de 2026

🔎🌞CONTRA-SENHA FOLHA INFORMATIVA DO NÚCLEO POLICIÁRIO DO BARLAVENTO (NPB) N.º 21 - Junho 1988


📑TRATA-SE de uma publicação em folha A/4, fotocopiada, dos Anos 80, produzida pelo Confrade "FERMAN" (Fernando Vieira) do então NÚCLEO POLICIÁRIO DO BARLAVENTO (NPB) - uma espécie de Boletim que acompanhou a distinta Secção "CÓDIGO SECRETO" - onde além de evidenciar alguns dos notáveis do POLICIÁRIO e da sua PROBLEMÍSTICA incluiu outros motivos de interesse, sobre as Actividades Policiárias, na Época.

 

CONTRA-SENHA

BOLETIM INFORMATIVO DO NÚCLEO

POLICIÁRO DO BARLAVENTO

1 de Agosto de 1986 a 29 de Fevereiro de 1989

»»» 29 Edições «««

 

 



        O Código Secreto tem em publicação os resultados de uma sondagem feita aos policiaristas. Dela ressalta o facto de o policiarista médio ser jovem (cerca de 30 anos), entre outras coisas de menor importância. Será por isso que, às vezes, surgem discussões apaixonadas a propósito de coisas sem importância? A juventude inflama-se facilmente – e isso pode ser bom ou mau, consoante o lado para que se vire. Que a “ardência” do jovem policiarista se dirija para algo construtivo – na intenção de engrandecer o policiário e não fique a arrastar-se pela lama – são os desejos veementes do Núcleo Policiário do Barlavento.

 

 

M

ANUEL BOTAS CONSTANTINO é funcionário do Ministério das Finanças e natural de Almeirim.

        INICIOU-SE na problemística policiária no já distante ano de 1943, na secção “Mistério e Aventura”, orientada por Repórter Mistério na Vida Mundial Ilustrada e, pouco depois, na “Enigma”, de orientação de Leiria Dias, na Vida Mundial. Seguiram-se as secções do “Jornal de Sintra”, do “Camarada”, orientadas por Sete de Espadas, e muitas outras; colaborou assiduamente em todas as secções existentes nos dez a quinze anos seguintes, policiárias e charadísticas.

        SEMPRE se dedicou mais à produção. Primeiro, porque gosta de escrever e tem uma imaginação terrível, e depois porque a decifração exige uma acção contínua que o tempo disponível condenava.

        MAIS TARDE, embora sem se afastar espiritualmente do assunto, abandonou a actuação durante largos anos, devido à sua agitada vida profissional.

        CRÊ que publicou umas largas dezenas de problemas, maus e bons. Destes últimos, salienta “A morte pelo cano de browning”, 1.º prémio de um torneio do “Camarada” (talvez o seu melhor e que viria a originar, salvo erro, a “chave” chamada “Trajectória”), “Está aberta a audiência” (um 1.º prémio), “O mistério da Vivenda Vermelha” (um 2.º prémio), “Ele, o terror negro” (género suspense, 2.º prémio do único torneio nacional a que concorreu) etc, etc.

        ORIENTOU também secções policiárias e charadísticas, no “Auditorium” e no “Charadista”. Como charadista, também o seu melhor é na produção.

        PENSA que o policiarismo precisa de ser mais divulgado, talvez com uma revista ou jornal de vasta circulação e de que a “Célula Cinzenta” poderá ser um esboço.

       DO NÚMERO de amigos que conquistou e o conquistaram não fala – as coisas felizes não têm história... Só por si, esta última faceta fez com que valesse a pena ter-se iniciado na problemística policial.

 


 

 

📝


 Policiário!


O "Blogue RO" tem para oferecer a quem estiver interessado 2 exemplares da "CONTRA-SENHA" N.º 21, datada, de: JUNHO de 1988. A referida folha será enviada, gratuitamente, via CCT, a quem a solicitar! 

1 comentário:

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